sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

AécioNevesCheirapó !!!


Aécio Neves não perde por esperar
Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

A certa altura da entrevista dada pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. a blogueiros, na noite que antecedeu a chegada do livro Privataria Tucana ao mercado, reproduzi pergunta que havia recolhido nos comentários deste site, indagação de um internauta. Algo do gênero ‘Amaury, este livro serve ao Aécio?’.


É razoavelmente óbvio que o ex-governador José Serra sonha em ser uma espécie de Lula da direita brasileira, a atingir o Planalto depois de três tentativas, em 2014. Os planos presidenciais do ex-governador Aécio Neves passam, é claro, pela desistência ou derrota interna de Serra. E passam, querendo ou não o Amaury, pelo Privataria Tucana.

Na ocasião da entrevista, Amaury disse que tinha recebido com naturalidade a pauta de O Estado de Minas para que investigasse a suposta investigação bancada por Serra sobre as atividades de Aécio no Rio de Janeiro. A demonstração mais clara de que investigação de Serra contra Aécio de fato existiu, argumenta Amaury, está no fato de que uma empresa carioca, a Fence, tenha sido contratada com dinheiro público paulista, sem concorrência pública, para “proteger” a Prodesp, uma empresa pública paulista.

A especulação, na época da pré-campanha tucana, é de que Aécio teria sido chantageado por conta de um episódio ainda obscuro, envolvendo um boletim de ocorrências lavrado no Rio.

“Se alguém está investigando o governador de seu estado, uma reportagem sobre isso não é jornalisticamente relevante?”, argumentou Amaury.

Mais tarde, um observador atento da entrevista do Amaury usou a fala do repórter para frisar uma particularidade de Minas Gerais que muitas vezes escapa aos brasileiros de outros estados. A solidariedade entre os mineiros, que seria inversamente proporcional ao ditado que diz que mineiro só é solidário no câncer.

Privataria Tucana, escrito por um paranaense que se considera mineiro, teria este viés de expressar os pontos-de-vista de Minas Gerais.

Um golpe de Dilma nas pretensões do PT paulista, um golpe de Aécio nas pretensões do PSDB paulista.

A decisão do PSDB de encampar a ação judicial contra a editora e o autor do livro, portanto, teriam sido fruto de vitórias internas de Serra contra Aécio, na visão do observador.

Tenho receio de aderir a toda essa especulação política, visto que tais jogos de cena frequentemente são utilizados para desqualificar denúncias graves (como em ‘delegado Protógenes, agente de um estado policial’).

Que as denúncias documentadas — e outras, que certamente surgirão — sejam alvo de apuração na CPI da Privataria, é o que realmente importa.

Seja como for, o Aécio não perde por esperar…
Postado por Miro!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Eu e a chuva !!!









A chuvinha insistente cai e cai sem parar, hoje de madrugadinha sai pra dar uma corrida e caminhada, como não tenho guarda-chuva- pensando bem acho sem graça caminhar com esse apetrecho- senti a chuvinha , a camiseta grudou na pele, fui caminhando, molhou meu MP4 e daí? Chegando em casa a danada aumentou, meu lance com a chuva é o seguinte: Se eu não puder sair de minha casa sinto-me enjaulado, aí eu não gosto. Fico meio quê ...sei lá o quê, não gosto, embora aprecie a chuva marota que rega a terra e dá vida as plantas e colheitas, minha alma agustiada pede perdão pelos meus pensamentos mas continuo sentindo-me enjaulado. Reparo as folhas pingando as gotas, as plameiras balançam com o vento, a enxurrada daquela água escorre, reparo ainda as nuvens carregadas meio que negras, vou reparando, contudo permanece a mesma sensação em mim, não obstante ver todas essas manifestações presentes à minha vista. Penso: Se sair de carro do quê adianta? ....ou a pé? Sim...sair a pé, outra molhada na roupa, mas acho melhor assim do que ficar aqui. Vou sair. Bora...

Miquito Mendes!!!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

OS DEUSES dão outro tapa na cara do Brasil !






OS DEUSES dão outro tapa na cara do Brasil !

OS DEUSES do Supremo Tribunal Federal estão arrasando para o raso da impunidade e despudor. O STF permitiu a posse de Jader Barbalho no Senado Federal, ao início do recesso tanto da Corte como do Senado. O que sucede no Brasil? Sobre o Senado Brasileiro sua moral é mais baixa que barriga de sapo. Mas e quanto aos DEUSES? O sistema é violento e sangrento, todos sabemos que os DEUSES da Suprema Corte tomam decisões somente políticas, mas e quanto a " nós" o povão? Como ficamos neste teorema?...ou nem chega a ser um " teorema"? Tão simples assim: A massa que se lasque? O senador Jader Barbalho já assume a vaga recebendo não sei quantos mil reais, contudo, a decisão dos DEUSES é tremendamente pior moralmente que o dito senador receber um bom dinheiro logo de cara... Nos Autos e Anais do Supremo Tribunal Federal os DEUSES terão que conviver com estas decisões, e as " liminares" concedidas por ELES tanto contra o CNJ como a favor de Jader Barbalho ficarão nessa casa como um " monumento" ao desrespeito a um País!

Obs: Senador Jader Barbalho algemado !

Miquito Mendes !

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

OS DEUSES do Supremo Tribunal Federal !


OS DEUSES do Supremo Tribunal Federal !!!

A Suprema Corte do Brasil ( STF) deu uma de placa negativamente. Sou apenas um leigo, nada entendo de " leis" mas cá pra nós, o Supremo Tribunal Federal através do Ministro Marco Aurélio Mello dar a liminar podando as devassas do Conselho Nacional de Justiça(CNJ) não pegou bem. Tem algo aí, o que será, Ministro? É fácil a equação: De agora em diante os " Magistrados" serão julgados em seus estados, aí entra o compadrio, a proximidade, o amigo é amigo de outro e tal, no final das contas fica o dito pelo não dito.Acaba tudo num bom cafezinho, abraços e beijocas. Segundo informações, o CNJ estava devassando o TJ-SP e outros, neguinho com certeza ia ser desmascarado, milhões e milhões foram surrupiados por lá pelos chamados " Magistrados". Quantas bolsas de " estudo" poderiam ser dadas? Quantos leitos nos hospitais poderiam ser acrescentados na Saúde? E aí, Ministro Marco Aurélio Mello? Não pense Sua Excia. que o nosso Brasil vai esquecer sua atitude, milhares e milhares de brasileiros irão sempre lembrar da cobertura de Sua. Excia. às quadrilhas na nossa " Magistratura". É motivo de vergonha NACIONAL sua atitude.


Miquito Mendes !

domingo, 18 de dezembro de 2011

Esse Merval Pereira...


A ficção de Merval Pereira e seu ghost writer

No Terra Brasilis

Por Luis Nassif


Em destaque, as observações do Nassif


A ficção do Amaury


Merval Pereira, O Globo

O livro “Privataria tucana”, da Geração Editorial, de autoria de Amaury Ribeiro Jr, é um sucesso de propaganda política do chamado marketing viral, utilizando-se dos novos meios de comunicação e dos blogueiros chapa-branca para criar um clima de mistério em torno de suas denúncias supostamente bombásticas, baseadas em “documentos, muitos documentos”, como definiu um desses blogueiros em uma entrevista com o autor do livro.

Disseminou-se a ideia de que a chamada “imprensa tradicional” não deu destaque ao livro, ao contrário do mundo da internet, para proteger o ex-candidato tucano à presidência José Serra, que é o centro das denúncias.

Estariam os “jornalões” usando dois pesos e duas medidas em relação a Amaury Jr, pois enquanto acatam denúncias de bandidos contra o governo petista, alegam que ele está sendo processado e, portanto, não teria credibilidade?

É justamente o contrário. A chamada “grande imprensa”, por ter mais responsabilidade que os blogueiros ditos independentes, mas que, na maioria, são sustentados pela verba oficial e fazem propaganda política, demorou mais a entrar no assunto, ou simplesmente não entrará, por que precisava analisar com tranqüilidade o livro para verificar se ele realmente acrescenta dados novos às denúncias sobre as privatizações, e se tem provas.

Como assim? Qual a responsabilidade na denúncia de que foram entregues centenas de milhares de dólares em um envelope no Palácio do Planalto? E a do "consultor" Ruben Quícoli, que dizia que com propina seria possível levantar R$ 10 bi no BNDES para uma fabriqueta? E a denúncia de que Dilma encomendaria dossiês para o Ministério da Justiça, ou a ficha falsa de Dilma? Merval deveria ter mais responsabilidade ao escrever, ainda mais criando para si esse papel de jornalista sério em veículo sério. É evidente que ataques, como aos blogueiros, são da lavra do Serra. Não é do estilo do Merval essas manifestações de indignação. Corto um dedo se o ghost writer dessa tertúlia não é o próprio Serra.

Outros livros, como "O Chefe", de Ivo Patarra, com acusações gravíssimas contra o governo de Lula, também não tiveram repercussão na "grande imprensa" e, por motivos óbvios, foram ignorados pela blogosfera chapa-branca.

Desde que Pedro Collor denunciou as falcatruas de seu irmão presidente, há um padrão no comportamento da “grande imprensa”: as denúncias dos que participaram das falcatruas, sejam elas quais forem, têm a credibilidade do relato por dentro do crime.

Quem disse que Pedro Collor participou de alguma coisa no governo do seu irmão? Sua bronca maior era de não estar dentro.

Deputado cassado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson desencadeou o escândalo do mensalão com o testemunho pessoal de quem esteve no centro das negociações, e transformou-se em um dos 38 réus do processo.

O ex-secretário de governo Durval Barbosa detonou a maior crise política da história de Brasília, com denúncias e gravações que culminaram com a prisão do então governador José Roberto Arruda e vários políticos.

Fantástico, Merval! Seu brilhantismo consagrou uma nova máxima jurídica: criminoso tem credibilidade porque participou do crime; não criminoso não tem porque, por não ser criminoso, não conhece os escaninhos do crime.

E por aí vai. Já Amaury Ribeiro Jr. foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes: violação de sigilo fiscal, corrupção ativa, uso de documentos falsos e oferta de vantagem a testemunha, tendo participado, como membro da equipe de campanha da candidata do PT, de atos contra o adversário tucano.

O livro, portanto, continua sendo parte da sua atividade como propagandista da campanha petista e, evidentemente, tem pouca credibilidade na origem.

Na sua versão no livro, Amaury jura que não havia intenção de fazer dossiês contra Serra, que foi contratado “apenas” para descobrir vazamentos internos e usou seus contatos policiais para a tarefa que, convenhamos, conforme descrita pelo próprio, não tem nada de jornalística.

Ele alega que a turma paulista de Rui Falcão (presidente do PT) e Palocci queria tirar os mineiros ligados a Fernando Pimentel da campanha, e acabou criando uma versão distorcida dos fatos.

No caso da quebra de sigilo de tucanos, na Receita de Mauá, Amaury diz que o despachante que o acusou de ter encomendado o serviço mentiu por pressão de policiais federais amigos de José Serra.

Enfim, Amaury Ribeiro Jr, tem que se explicar antes de denunciar outros, o que também enfraquece sua posição.

O criminoso não precisa explicar suas intenções: basta ter participado dos crimes. O Amaury tem que explicar. Merval ambiciona a imortalidade tornando-se membro da ABL. Jornalistas ambicionam a imortalidade escrevendo reportagens definitivas. Acho que Merval se esqueceu definitivamente do que é a emoção de construir uma grande reportagem.

Ele e seus apoiadores ressaltam sempre que 1/3 do livro é composto de documentos, para dar apoio às denúncias.

Mas se os documentos, como dizem, são todos oficiais e estão nos cartórios e juntas comerciais, imaginar que revelem crimes contra o patrimônio público é ingenuidade ou má-fé.

Documentos oficiais obtidos nas ilhas Virgens. Se eram tão inocentes assim, qual a razão de terem sido abafados na CPI do Banestado?

Que trapaceiro registra seus trambiques em cartórios?

Aquele que tem medo de ser enganado por testas de ferro e só confia na própria família. Aliás, outro fato que poderia ter sido explicado é a razão do casal Verônica Serra ter mudado o regime de bens do casamento pouco antes de começarem as transferências de recursos.

Há, a começar pela escolha do título – Privataria Tucana – uma tomada de posição política do autor contra as privatizações.

E a maneira como descreve as transações financeiras mostra que Amaury Ribeiro Jr. se alinha aos que consideram que ter uma conta em paraíso fiscal é crime, especialmente se for no Caribe, e que a legislação de remessa de dinheiro para o exterior feita pelo Banco Central à época do governo Fernando Henrique favorece a lavagem de dinheiro e a evasão de divisas.

Utilizam contas em paraísos fiscais empresas para planejamento tributário (como se financiar em leasing). Se quiser uma defesa eficiente, basta Serra/Merval explicar a razão de Verônica Serra precisar de conta em paraíso fiscal. Mais que isso: mostrar a origem dos recursos que enviou para o Brasil e que permitiram ao pai esquentar a casa em que morava desde fins dos anos 80. Se não foi propina, foram resultados de empresas no exterior. Que empresas foram essas, quais os resultados apresentados? Simples assim.

É um ponto de vista como outro qualquer e ele tenta por todas as maneiras mostrar isso, sem, no entanto, conseguir montar um quadro factual que comprove suas certezas.

Vários personagens, a maioria ligada a Serra, abrem e fecham empresas em paraísos fiscais, com o objetivo, segundo ilações do autor, de lavar dinheiro proveniente das privatizações e internalizá-lo legalmente no País.

Para quê é, então?

Acontece que passados 17 anos do primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, e estando o PT no poder há 9 anos, não houve um movimento para rever as privatizações.

O que isso tem a ver com suspeitas de pagamento de propina?

E os julgamentos de processos contra os dirigentes da época das privatizações não dão sustentação às críticas e às acusações de “improbidade administrativa” na privatização da Telebrás.

A decisão nº 765/99 do Plenário do Tribunal de Contas da União concluiu que, além de não haver qualquer irregularidade no processo, os responsáveis “não visavam favorecer em particular o consórcio composto pelo Banco Opportunity e pela Itália Telecom, mas favorecer a competitividade do leilão da Tele Norte Leste S/A, objetivando um melhor resultado para o erário na desestatização dessa empresa”.

A escolha do Opportunity, por si, caracteriza um benefício. Na sequência, o Opportunity deposita US$ 5 milhões na conta da Verônica. Verônica transfere para o Brasil e "compra" a casa em que o pai mora. Por acaso o TCU analisou essa sequência de episódios? Claro que não: apenas a montagem do consórcio em si.

Também o Ministério Público de Brasília foi derrotado e, no recurso, o Tribunal Regional Federal do Distrito Federal decidiu, através do juiz Tourinho Neto, não apenas acatar a decisão do TCU mas afirmar que “não restaram provadas as nulidades levantadas no processo licitatório de privatização do Sistema Telebrás. Da mesma forma, não está demonstrada a má-fé, premissa do ato ilegal e ímprobo, para impor-se uma condenação aos réus.

Claro que não restaram. Na época não havia documentos, nem evidências de pagamento de propina. Agora, há.

Também não se vislumbrou ofensa aos princípios constitucionais da Administração Pública para configurar a improbidade administrativa.”.

O livro de Amaury Ribeiro Jr. está em sexto lugar na lista dos mais vendidos de “não-ficção”. Talvez tivesse mais sucesso ainda se estivesse na lista de “ficção”.

Merval está na Academia Brasileira de Letras por apenas um livro que é coletânea de artigos.

domingo, 11 de dezembro de 2011

" A Privavataria Tucana "

A velha imprensa brasileira censura o livro "A Privataria Tucana"


Nos últimos anos, qualquer livro de autoria de desafetos ou adversários políticos do ex-presidente Lula e/ou do PT recebeu monumental cobertura da grande mídia. Tais obras costumam ser anunciadas em portais de internet, revistas semanais, jornais, televisões e rádios apesar de não conterem nada além de insultos e acusações sem provas.

Que interesse público ou meramente jornalístico pode ter um livro que chama o ex-presidente Lula de “anta” ou outro que chama de “petralhas” os mais de um milhão de filiados do Partido dos Trabalhadores? Apesar disso, esses livros, escritos por pistoleiros contratados para caluniar e xingar, são anunciados o tempo todo pelos grandes meios de comunicação.
Neste fim de semana, chega ao público um livro que, apesar de jamais ter sido sequer mencionado em um grande jornal ou em qualquer outro grande meio de comunicação, era aguardado por dezenas de milhares de internautas que dele souberam através da blogosfera e de uma única revista semanal, a Carta Capital.
O livro recém-lançado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., acusado no ano passado pela grande mídia de integrar complô para montar dossiê contra José Serra, pode não conter apenas acusações sem provas ou meros xingamentos. Segundo o autor, apresenta provas de roubo de dinheiro público no processo que o jornalista Elio Gaspari batizou como “privataria”.
É revelador como o livro A Privataria Tucana jamais recebeu um único comentário inclusive do autor do termo que resume o que foi o processo de privatização de empresas públicas durante o governo Fernando Henrique Cardoso, ou seja, um dos maiores saques sofrido pela nação em toda a sua história e que superou até a roubalheira da ditadura militar.
A imprensa que vive se dizendo “independente”, portanto, ao tentar esconder o livro “proibido” está dando a ele a maior contribuição que poderia.
Explico: se fosse uma obra fraca, com denúncias fracas, seria excelente alvo para veículos partidarizados como Globo, Veja, Estadão e Folha. Se a escondem, é porque seu conteúdo deve ser arrasador. E como quem se interessa por assuntos assim certamente tem acesso à internet e a blogs políticos, a censura aumentará o interesse.
Os grandes meios de comunicação fazerem de conta que não viram o livro, portanto, talvez seja tão importante quanto seu conteúdo, pois pessoas bem-intencionadas que têm dúvidas sobre o partidarismo político daqueles meios agora dispõem de prova incontestável desse partidarismo.
Ora, imprensa que se diz “independente”, se fosse mesmo não precisaria concordar com um livro considerado bombástico para noticiar seu lançamento ou para produzir análises de seu conteúdo. O lançamento da obra é um fato político saboroso para qualquer jornalista de verdade. Aliás, é escandaloso que o autor do termo “privataria” tenha se calado.
Este blogueiro AINDA não leu o livro, o que começará a fazer no fim de semana. Até aqui, portanto, não sabe se as denúncias são fundamentadas. Pelo tratamento que a obra está recebendo da mídia, é possível concluir que deve ter muito mais do que suposições e xingamentos.
Se assim for, a mera publicação da obra não desnudará tão-somente o partidarismo de uma máfia que se autoproclama “imprensa independente”; permitirá que os setores pensantes e decentes da sociedade descubram se o Brasil tem Poder Judiciário ou se são todos comparsas dos poderosos chefões midiáticos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Marcos Coimbra , sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi !




Por Marcos Coimbra


O que chamamos oposição, na maior parte das vezes, diz apenas respeito ao mundo da política institucionalizada. Fundamentalmente, aos partidos oposicionistas, seus representantes, organizações e (poucos) filiados.
Uma das razões para isso é que é modesta, no Brasil, a atuação de grupos de pressão e associações civis voltadas para a política. Existem, mas são, ainda, pouco relevantes.
Há, no entanto, outra oposição, extra-partidária e fora do Estado, que se manifesta no âmbito da sociedade. Ela é diferente da anterior, e tende a ser, a cada dia, mais significativa.

Não estamos nos referindo, simplesmente, aos eleitores de oposição, aqueles que, de maneira sistemática, votam nas legendas hoje oposicionistas, não votam no PT e costumam não gostar de Lula, dos petistas e de tudo que fazem. Os que se definem como antagônicos ao “lulopetismo”. Esses existem desde sempre.
Entre a oposição formal, exercida pelos partidos, e o eleitorado de oposição, constituído por cidadãos individualizados, estamos vendo nascer e se desenvolver uma “nova militância” oposicionista.
Não foi em 2011 que começamos a perceber sua existência. Desde a eleição de 2010, no mínimo, já era identificável.
Por enquanto, é incipiente, mas parece crescer e se tornar mais vigorosa ideologicamente. É um fenômeno espontâneo, que acontece à margem dos partidos e que não resulta de sua atuação.
Seu lugar por excelência de formação e desenvolvimento é a internet. É nela que seus integrantes se reconhecem, estabelecem comunicação, fazem proselitismo.
Não é unificada por um ideário. Ao contrário, seu denominador comum fundamental é uma negação: o antipetismo. No fundo, não se entusiasma na defesa de nada. O que quer é “acabar com o PT”.
Essa hostilidade ficou particularmente evidente quando Lula foi diagnosticado com câncer. Foram tantas as manifestações enraivecidas, misturando júbilo, espírito de vingança e condenação por ele estar sendo tratado em um hospital de ponta, que até alguns adversários mais bem educados se assustaram.
Em suas ideias, misturam-se noções de várias origens. Algumas são típicas do conservadorismo clássico, outras vêm do nacionalismo de direita. Às vezes, são ultraliberais, outras de um antiliberalismo feroz.
Ela desconfia dos partidos e dos políticos, repele a “intervenção do estado na vida privada”, e quer acabar com os impostos. Costuma detestar o esquerdismo e abominar o “politicamente correto”.
Uma parte da mídia, especialmente algumas revistas e jornais, se reporta, cada vez mais, a ela. Nessas publicações estão alguns de seus heróis e os porta-vozes mais radicais, facilmente reconhecíveis pelo uso de violência verbal. São os valentões da palavra.
A agressividade que consomem é transferida para sites de relacionamento, blogs e intervenções pessoais, em comentários nas redes sociais e no noticiário. O Twitter é um dos lugares onde mais aparece, pois enseja a expressão emocional imediata.
Há certa semelhança entre essa militância e a ultradireita americana do chamado Tea Party: ambas surgiram naturalmente (ainda que com o incentivo do grande capital, lá de empresários da indústria química, aqui dos conglomerados de mídia), querem “purificar” a política e são fortemente anti-estatistas e antitributação.
A diferença é organizacional, pois o Tea Party, que nasceu em 2009, já está estruturado, embora continue a ser um movimento sem liderança centralizada, composto por entidades locais e indivíduos sem vínculos estreitos. (Apesar disso, houve mais de cem candidatos ao Congresso americano, na eleição de meio-período de 2010, que receberam a chancela do movimento - dos quais 32% se elegeram).
Por aqui, essa nova militância ainda não conseguiu passar pelo teste da mobilização. Permanece verbal e passiva, com baixa capacidade de se apresentar nas ruas. Os protestos anticorrupção convocados pela internet no segundo semestre, por exemplo, que pareciam significativos, terminaram sendo fracassos de público.
Que relação se estabelecerá entre essa oposição na sociedade e a oposição partidária? Estará em gestação um Tea Party à brasileira?
Em 2010, Serra procurou fomentar os sentimentos dessas pessoas, para os utilizar na campanha. Seus assessores chegaram a criar peças de comunicação específicas para açular o antipetismo na internet. A onda anti-aborto foi deflagrada e sustentada por lideranças religiosas ligadas a ele.
Quem cria ventos, se arrisca a colher tempestades. O PSDB precisa pensar se o que quer é ser a voz partidária desses militantes.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

sábado, 19 de novembro de 2011

Médico nega atendimento em plantão hospitalar em Itamonte, MG, Brasil!

Dr. Italony Stanley Saraiva, médico plantonista dia 19-11-2011, médico desumano, indigno de usar o juramento de Hipócrates. Atenção autoridades, sobretudo as MUNICIPAIS ! Secretaria de saude do Estado de Minas Gerais, Conselho Regional de Medicina e Conselho Regional Federal !

Fui obrigado chamar a Polícia Militar de Itamonte, que de imediato chegou ao hospital, fiz um BO (Boletim de Ocorrência) contra o médico chamado Dr. Italony Stanley Saraiva, plantonista no dia 19-11-2011 que se negou a atender um paciente em caso de urgência da minha família, com a chegada da polícia o médico propôs acordo para eu retirar a queixa ou seja o BO, respondi:-Jamais, seria uma violação à minha pessoa, e creio que com essa atitude de levar este médico ao banco dos réus, posso ajudar a salvar outras pessoas humildes, indefesas, que ficam à mercê dum monstro como este chamado Dr.Italony Stanley Saraiva. Atualmente, em nosso HOSPITAL DE ITAMONTE estão ocorrendo situações de arrepiar o cabelo. Recentemente, um jovem foi atropelado a 500 metros do hospital, e a ambulância chegou 40 minutos depois, vindo a vitima falecer por hemorragia, quem sabe se tivesse chegado antes teria salvo a vida deste jovem? Testemunhas dizem que chegam ao hospital e em alguns casos são atendidos com espera de 6, 12 horas depois. Existe o cúmulo de chegarem pessoas passando mal, e na portaria informam que o médico está almoçando, ou em casa isso em horário de plantão. Pasmem: UMA HORA DE ALMOÇO, o paciente precisando de atendimento urgente, pois estamos falando de plantão médicos somente depois é que vão atender. Itamonte, a saúde virou caso de Polícia! Um jovem de 19 anos, acompanhado de sua mãe, no mesmo momento em que eu me encontrava neste HOSPITAL, disse o seguinte pra mim, perante duas testemunhas: - Desde 5ª Feira trago meu filho aqui, de imediato eles nos atendem e mandam de volta para casa e o rapaz cada dia pior, peço uma internação para meu filho eles negam. Nome da mãe: Sra. Imaculada Conceição de Souza, filho: Daniel de Souza Zacarias, tenho fé e esperança, que ao comentar este acontecido ELES salvem a vida deste jovem de família humilde e não o deixem às baratas.Vejam sua foto acima deitado, sofrendo dores horriveis até o momento em que deixei o HOSPITAL DE ITAMONTE !

OBS:
Dr. Ciro Mancilha foi chamado às pressas em sua casa em horário de descanso e atendeu o paciente com muita sabedoria e competência.



OBS:
Dr. Ciro Mancilha foi chamado às pressas em sua casa en horário de descanso e atendeu o paciente com muita sabedoria e competência.


Abaixo, o Dr. Italony no momento em negou atendimento a um paciente em Itamonte.








terça-feira, 15 de novembro de 2011

Srs. José Jonas e José Custódio em encontro com o Presidente do PT de Minas Gerais,Dep. Reginaldo Lopes,na cidade de Caxambu !


3ª Feira, 15 novembro de 2011!















Madrugadinha,3ª feira, feriado, meus apetrechos estão de prontidão desde
ontem: As queridas e inseparáveis máquinas de clicar. As horas se arrastam, ando de lá pra cá, não consigo sair de casa. A chuva inicialmente mansa e calma se enfurece e vai se enfurecendo. O vento dobra as copadas das palmeiras, páro de escrever, tomo um café, acendo um cigarro, chego à janela, olho, matuto, continuo matutanto, o vento desce da Serra da Mantiqueira agressivamente como se estivesse me dizendo:- Hoje nada de fotografias, não vou permitir.Continuo ali estacado vendo as várias formas de manifestação da natureza. Intuitivamente estou tragando outro cigarro, e agora? Olho o relógio, vou até o rádio no canto da cozinha, sintonizo numa das tantas cujos programas são de música chamadas caipiras.Ouço nas vozes da dupla " Tonico e Tinoco" Cabocla Tereza" letra carregada de amarguras.Tudo bem.Outro café. Os ponteiros dizem que está amanhecendo, ouso chegar até a varanda, está amanhecendo mesmo, pelo menos no horário, porém o tempo está carregado com nuvens pesadas, percebe-se mais ou menos.Alguns pássaros mais atrevidos ousam manifestar-se,mas logo silenciam, a chuva impõem respeito. Calam-se. E agora? Sinto-me prisioneiro dentro de minha própria casa. Tudo bem. O maço de cigarro vai diminuindo, o cinzeiro transborda.Aflição toma conta de mim. Preciso sair, andar,andar, dar um bom dia, mas será que vou encontrar alguém num momento deste? Mesmo que hoje seja impossível fotografar o que tem de mais?...Reflito comigo. Porém preciso sair de casa !

Miquito Mendes !

Renúncia agora e já Ophir Cavalcanti , Presidente da OAB Nacional !









Que vergonha...hein, Presidente da OAB Ophir Cavalcanti, neguinho mamou salário sem trabalhar, salário de apenasss ehehe R$20.000,00( vinte mil reais). E agora, José??? ...´Se o Presidente da OAB tem um pouquinho de dignidade, ( será que tem?) devia renunciar imediatamente e pedir desculpas aos seus colegas Advogados, e, claro, devolver aos cofres públicos do Pará o dinheiro que ganhou na maré mansa! Rui Barbosa, Sobral Pinto e tantos outros devem estar remexendo em seus túmulos com tamanho desatino, imagino ainda se Barbosa Lima Sobrinho(ABI) estivesse vivo? Pois é, o Presidente da OAB vive na mídia chamando todo mundo de corrupto, basta a VEJAREVISTATUCANA escrever algo e o paladino da OAB logo endossa. Dizem que pimenta nos olhos dos outros é refresco, agora chegou sua vez.

Miquito Mendes!

sábado, 12 de novembro de 2011

Dep. Federal Reginaldo Lopes Presidente do PT de Minas Gerais !






Reginaldo Lopes, Dep. Federal, presidente do PT de Minas Gerais, tem tido uma atuação exemplar no Congresso Nacional. De origem humilde, trabalhador rural, posteriormente foi padeiro,até chegar à Câmera.Atualmente é cotado para assumir a presidência Nacional do PT.

Político sério, inimigo do fisiologismo, jamais gastou R$100.000,00( cem mil reais)em telefonemas usando dinheiro público como um certo " elemento" que tem votos aqui em Itamonte.

Através do Dep. Reginaldo Lopes a Prefeitura de Itamonte ganhou 2 ônibus escolares, sendo que o 1º deve ser entregue em dezembro próximo.

Miquito Mendes!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DOCUMENTO DO PT PROPÕE EXTINÇÃO DO SENADO !





O texto-base da resolução política que o PT aprovará na etapa extraordinária do 4º Congresso Nacional do partido, que acontece entre sexta-feira e domingo em Brasília, defende a extinção do Senado Federal e a adoção do sistema unicameral no âmbito da reforma política. Além disso, o documento preliminar sugere 13 leis de iniciativa popular em temas polêmicos como reforma agrária e controle da mídia.
“A única legitimidade, no limite, defensável da existência do Senado brasileiro é a sua participação em decisões de caráter nitidamente federativo, função que poderia ser alternativamente cumprida por uma exigência de critérios especiais para aprovação de leis de nítido caráter federativo em um sistema unicameral”, diz o texto, ainda sujeito a revisões e acréscimos.
O documento com 108 itens divididos em 24 páginas, ao qual o iG teve acesso, é fruto de contribuições das principais tendências do partido, além de setores da intelectualidade petista, e teve redação final do presidente nacional do PT, Rui Falcão.

Na noite desta quarta-feira a executiva voltou a se reunir para reavaliar o texto e tentar levar para o congresso uma proposta de consenso. A decisão final caberá aos 1.350 delegados que se reúnem entre quarta-feira e domingo em um centro de convenções em Brasília.
Segundo o documento preliminar, a existência do Senado fere o princípio da soberania. “A função revisora (do Senado) quebra nitidamente o princípio da soberania popular ao sobre-representar Estados com menor população e sub-representar Estados de maior densidade populacional”.
De acordo com o partido, o financiamento privado de campanhas é o pai de todos os males da política nacional ao promover a corrupção, transferir o poder de eleger das mãos do povo para as dos financiadores e criar uma “espiral de cinismo” na qual “a corrupção política é aceita como inevitável, os cidadãos desertam da política, os políticos corruptos agem cada vez mais corruptamente e a opinião pública, instruída pela cantilena neoliberal, conforma-se ceticamente”.
A sigla quer organizar uma campanha popular acompanhada de grande mobilização nacional. “A campanha pela reforma política terá que ganhar um tom cívico, nacional e popular como foi a campanha das Diretas Já (1984)”.
No último capítulo, intitulado “Um novo Estado, uma nova civilização”, o PT propõe uma campanha pública para aprovar uma série de 13 “leis cidadãs”, todas de iniciativa popular. O redator chegou a usar o termo “autogoverno”, substituído por soberania popular.
São elas:
a-Reforma política
b-Participação popular em todos os governos do país por meio de conferências e orçamentos participativos
c-Regulação dos meios de comunicação
d-Combate à corrupção e aumento das penas aos corruptos e corruptores
e-Regulação do capital financeiro e redução da autonomia do Banco Central
f-Reforma tributária progressiva
g-Duplicação em 10 anos dos orçamentos da educação, saúde, esporte, cultura e assistência social
h-Contrato coletivo de trabalho e fim do imposto sindical
i-Regulação da atividade econômica com base na preservação ambiental
j-Políticas de quotas para negros em concursos públicos
k-Universalização do acesso a creches em 10 anos
l-Reforma agrária - Fonte: G1.
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Editado(a) por DANIEL PEARL

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Marcos Coimbra !


















A Doença de Lula - #ForçaLula
Existem dois cenários a considerar na discussão sobre as consequências políticas da doença de Lula.

O primeiro decorre do que dizem seus médicos, que é um tumor de gravidade média, diagnosticado precocemente e com perspectiva elevada de cura. Segundo eles - os únicos que conhecem o caso em primeira mão -, o ex-presidente deve concluir o tratamento até março, sem sequelas significativas.Se isso se confirmar, a doença não terá qualquer consequência.
Em pouco tempo, ninguém vai nem se lembrar dela. O segundo cenário poderia ocorrer se o diagnóstico inicial tiver sido otimista ou se não for verdadeiro. A equipe médica pode descobrir que a doença é mais grave ou que o organismo de Lula não reage como esperado, o que a levaria a modificar o prognóstico favorável. Ou pode estar ocultando avaliação pessimista, por algum motivo.Não há razão para supor que esteja em curso uma “conspiração” para escondê-la, embora existam casos, no Brasil e no resto do mundo, de políticos que silenciam a respeito de seus problemas de saúde e os apresentam de maneira falsamente tranquilizadora. E que encontram juntas médicas dispostas a participar da encenação.Como a medicina não é uma ciência exata, ela não fornece a certeza de cura. Bons médicos fazem, no máximo, bons cálculos das chances de recuperação.Pelo que dizem os do ex-presidente, as suas seriam de algo entre 80 e 90%. Quem conhece estatística, sabe que essa é uma margem de segurança muito confortável. Se estivéssemos lidando com eleições, por exemplo, dizer que uma pessoa tem 80% de possibilidade de vencer equivale a considerá-la eleita. Admitamos, no entanto, que Lula se aposentasse. O que aconteceria? A administração federal continuaria a ser o que é, com os alcances e problemas conhecidos. O governo não pioraria ou melhoraria. O desempenho objetivo de suas principais políticas não seria afetado, para o bem ou para o mal.A vasta maioria que aprova o que Dilma e seu governo fazem não aumentaria, mas não diminuiria. A parcela que desgosta tampouco seria modificada. Ou alguém acha que o Bolsa Família, por exemplo, passaria a ser rejeitado por quem o aplaude ou a ser aceito por quem o repele? Na política, temos dois grandes eventos no calendário, as eleições municipais de 2012 e a sucessão presidencial, em 2014. Há quem ache que, se Lula se aposentasse, o PT enfrentaria grandes dificuldades ano que vem.Sua atuação como cabo eleitoral é, certamente, bem-vinda por qualquer candidato. Tê-lo no palanque é sempre bom (tanto que, na última, até os oposicionistas queriam mostrar-se próximos). Daí, no entanto, a imaginar que seja decisivo, há uma distância.Em 2008, com ele na Presidência, o PT ganhou em muitas cidades (559, cerca de 10% do total) e perdeu em diversas outras (incluindo capitais importantes, como São Paulo). Lula pediu votos para candidatos que venceram e para outros que foram derrotados. Talvez tenham existido, mas não foram muitas, as cidades onde a vitória de um correligionário (ou aliado) pode ser-lhe atribuída.
E a eleição presidencial?
Hoje, o PT tem dois nomes. Lula, não se precisa demonstrar, seria dificílimo de bater. Dilma, mantida a avaliação atual, uma candidata muito forte (especialmente se lembrarmos que sua principal limitação em 2010, o desconhecimento, não será problema em 2014).
O PT teria, portanto, duas opções de candidatura, eleitoralmente equivalentes: ambas com alta probabilidade de vencer. Ainda mais pelo desgaste dos nomes nacionais da oposição (FHC e Serra) e o baixo conhecimento popular de suas novas lideranças (Aécio).
Se Lula se aposentasse, o PT ficaria com Dilma. O que só seria um problema se o governo estivesse muito mal (muito mal, mesmo!). Nada indica que esse seja o quadro mais provável.Para o PT, é evidentemente melhor que Lula não se aposente. E o Brasil não ganharia nada se ele deixasse a política. Ao contrário, perderia muito.
Ainda bem que, pelo que sabemos, isso não vai ocorrer tão cedo.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
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Editado(a) por Jussara Seixas